terça-feira, 13 de novembro de 2012

EXPLICANDO O ROCK EM TERMOS GALÁCTICOS


Quem assistiu o eclipse solar de hoje? Foram dois minutos em que o Sol, oculto pela Lua, se reduziu a um disco negro com uma intensa auréola dourada. Alguns sites fizeram a cobertura do evento, e por meio deles muita gente acompanhou pela net. Quem não viu, perdeu. 

O espaço sideral (ainda se fala assim?) proporciona espetáculos incríveis todos os dias, todos os minutos, segundos, milésimos... tão deslumbrantes quanto a um show com Page, Clapton e Morrison juntos. Uma verdadeira chuva de estrelas! Como a famosa Chuva de Estrelas, queda de meteoros (estrelas cadentes), que foi vista no Canadá até o México, em 1833.

Através do imaginário real galáctico que se entende o Rock. As estrelas estão totalmente ligadas ao Rock n’ Roll. Afinal, um astronauta afirmou de pé junto que viu Elvis em outro planeta, sentado em uma cadeira tocando violão. 

Os meteoros caindo sobre nossas cabeças são como os solos emitidos pelas guitarras em um show de Rock. São extasiantes e demolidores ao mesmo tempo. Podem te deixar em transe ou completamente eufórico. É algo como gozar muito e poder ou não berrar de prazer. Algo assim. 

É como mágica. Comparar a música com as manifestações diárias da natureza é o mesmo que mandracar. Certamente Frank Zappa fazia isso com a maioria de suas canções. Mandracava. Angus faz isso muito bem. Um truque atrás do outro no palco. Há 50 anos, os Stones fazem. Para entender tal beleza, basta se imaginar numa calda de um cometa viajando a velocidade da luz por constelações e galáxias. Feche os olhos e imagine. Não é demais? Agora você entendeu o Rock n’ Roll.

Não pare de viajar. Continue. Vá mais longe. Mais e mais. Faça como o velho e bom Rock n’ Roll. Conquiste o universo.



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