quarta-feira, 31 de outubro de 2012

FURACÃO DO ROCK

A palavra FURACÃO está na moda. Aqui no Brasil fala-se tanto nisso pelo fato da gostosona Furacão da CPI. De roqueira ela só tem as tatuagens. Já no resto do mundo o assunto é a Sandy. Não a santinha que virou devassa. E sim, o Furacão que devastou os países da América do Norte. Estima-se que até sábado, Sandy alcance do Golfo de St Lawrence e até lá muita gente ainda pode sofrer graves consequências. 

A única notícia boa sobre furacões é o possível musical sobre Kurt Cobain. Sua ex esposa e maluca assumida Courtney Love é a idealizadora do projeto. Uma obra teatral baseada na história do Nirvana e na vida de Kurt é, no mínimo, um furacão desgovernado. Se realmente sair do papel, o projeto tem tudo para colocar a Broadway de ponta-cabeça. 

O Nirvana, liderada por Kurt, mostrou ao mundo o poder natural de uma grande banda de Rock. Quando se apresentava era muito comum quebrarem todos os instrumentos, amplificadores, palco no final de cada apresentação. Os integrantes também tinham por hábito saltar na plateia, criando um tremendo alvoroço e desordem. O Nirvana foi um verdadeiro furacão.

Obs.: Peço desculpas aos curitibanos torcedores do Atlético Paranaense, vulgo Furacão, por não tê-lo sido citado no texto. Atualmente o time não está na moda. 


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