terça-feira, 13 de março de 2012

BYE, BYE

Após sofrer por muitos anos com o pão que o diabo amassou, finalmente sua banda consegue estourar uma música. As rádios passam a tocar sua canção, convites começam a surgir para entrevistas nas TVs, os fãs começam a surgir e derrepente: a fama! Eis que surge uma nova big band

A carreira deslancha. Vem o segundo, o terceiro álbum e a crítica é excelente. Sucesso absoluto. Até um integrante desistir da parada toda e jogar uma bacia de 30 litros de água fria no grupo, nos fãs e no empresário. Muitas bandas ainda ativas já passaram por uma ou mais desistências durante sua carreira e para se manterem vivas contrataram outros músicos.

Brian Jones aplicou o vazado em 1969 deixando os Stones na mão. Mick Jagger e Keith Richards tiveram que se virar para encontrar alguém a altura do ex-companheiro. Não demorou muito, até porque é uma questão muito óbvia: qual guitarrista não gostaria de se tornar um Rolling Stone? O mais trágico sobre a saída de Jones é que ele não teve a oportunidade de fazer um novo trabalho. Poucos dias após anunciar seu desligamento da banda, Brian Jones foi encontrado morto afogado em um casa. Então, Mick Taylor assumiu a guitarra base dos Stones. Mas, por pouco tempo. O cara também abandonou o barco.

Axl Rose e Slash também ouviram um basta. A interminável turnê do Use Your Illusion I e II fez que Izzy Stradlin tocasse o foda-se para o Guns n' Roses. Então, a guitarra base do Guns foi destinada a Gilby Clarke. O curioso é que Clarke sofreu um acidente de moto e com a lesão não podia tocar, adivinha quem foi chamado de volta? Stradlin voltou, tocou até a recuperação de Clarke e pegou andando de novo.



O ano de 1996 marca a maior tragédia para os fãs do Sepultura. Andreas, Igor e Paulo se reuniram e colocaram pra fora a empresária da banda. O problema é que a ex-empresária era e ainda é a mulher de Max Cavalera, que praguejou em tudo e todos a sua ira. Max se sentiu traído e foi-se para os States montar a Soufly. 

Na maioria das vezes a saída de um ícone importante pode causar danos irreversíveis na banda. Mas, existem as exceções. A Pink Floyd vinha muito bem com a liderança de Syd Barrett, mas o malucão deixou o grupo que passou a ser liderado por Roger Waters e David Gilmour. Deu no que deu!

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